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Nove pessoas foram presas temporariamente, suspeitas de integrar uma organização criminosa que produzia, compartilhava e comercializava pela internet vídeos de tortura contra crianças, incluindo bebês, além de maus-tratos a animais. As investigações apontam que os crimes ocorreram entre abril e agosto de 2025 e que as vítimas eram pessoas em extrema situação de vulnerabilidade.

É impossível ler essas informações sem indignação!

Mas esse caso também escancara um problema que o Brasil precisa enfrentar com urgência: a responsabilidade das plataformas digitais diante da circulação e da monetização de conteúdos criminosos.

Esses vídeos não existiam apenas para registrar a violência. Eles eram produzidos para serem distribuídos e vendidos na internet. Isso significa que criminosos encontraram espaço para transformar sofrimento em mercadoria.

Nenhuma plataforma pode alegar neutralidade quando seus serviços são utilizados para facilitar crimes dessa gravidade. Empresas que lucram com a circulação de conteúdo também precisam investir em mecanismos eficazes de prevenção, identificação, interrupção da circulação e remoção imediata de materiais que explorem ou incentivem a violência contra crianças.

A proteção da infância deve estar acima de qualquer modelo de negócio.

Por isso, exigimos:

  • A responsabilização rigorosa de todos os envolvidos na produção, comercialização e divulgação desses crimes.

  • O fortalecimento das investigações e do combate às redes criminosas de exploração infantil.

  • A adoção de regras que ampliem a responsabilidade das plataformas digitais na prevenção, detecção e remoção de conteúdos relacionados à violência e à exploração de crianças.

  • Mais transparência, cooperação e agilidade das plataformas no atendimento às autoridades brasileiras durante investigações desse tipo.

Não podemos aceitar que a internet continue sendo utilizada para transformar a dor de crianças em fonte de lucro.

Infância não é mercadoria. Proteger nossas crianças é uma responsabilidade de toda a sociedade. Assine este abaixo-assinado e some sua voz a essa luta!

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Assine o abaixo-assinado:

* Aceito receber informações de Manuela d'Ávila

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